Os antipsicóticos tratam esquizofrenia, perturbações bipolares, episódios maníacos e outros distúrbios psicóticos. Dividem-se em típicos (primeira geração) — haloperidol (antagonista D2 potente, primeiro eleito em agitação aguda), pimozida (difenilbutilpiperidina — usada em síndrome de Tourette) — e atípicos (segunda geração) — risperidona (antagonista D2/5-HT2A), olanzapina (perfil multi-receptor — risco metabólico), quetiapina (anti-histamínico sedativo — usada em insónia e bipolar), aripiprazol (agonista parcial D2 — menor risco de ganho de peso) e clozapina (o único eficaz em esquizofrenia resistente — requer monitorização de pancitopenia). Os típicos têm maior risco de efeitos extrapiramidais (parkinsonismo, akatisia, discinesia tardia); os atípicos têm maior risco de síndrome metabólica (ganho de peso, diabetes dislipidémia). (Fontes: DailyMed/FDA, EMC-UK/MHRA, NICE CG178)