Os antifúngicos tratam infeções por fungos (candidíase, aspergilose, criptococose, entre outras). Os poliênicos (nistatina para candidíase orofaríngea; anfotericina B — "anfoterico B" — para infeções sistémicas graves) ligam-se ao ergosterol da membrana fúngica, formando poros que causam perda de conteúdo celular. Os azóis inibem a 14-alfa-desmetilase (CYP51), enzima essencial na síntese de ergosterol — incluem fluconazol (candidíase, criptococose), cetoconazol (menos usado pela hepatotoxicidade), voriconazol (aspergilose invasive — primeira linha) e itraconazol (histoplasmose, blastomicose). As equinocandinas (caspofungina) inibem a sintase do 1,3-beta-D-glucano, comprometendo a parede celular fúngica — indicadas para infeções invasivas por Candida e Aspergillus em doentes imunocomprometidos. (Fontes: DailyMed/FDA, EMC-UK/MHRA, Health Canada)