Os aminoácidos injetáveis (nutrição parentérica) fornecem ao corpo as "peças" de que este precisa para construir proteínas — músculo, pele, enzimas e defesas. São usados em ambiente hospitalar quando o doente não consegue comer nem usar o tubo digestivo, geralmente em conjunto com glicose e gordura, para manter a massa muscular e a cicatrização.
Também conhecido como: aminoácidos, amino acids, Aminoplasmal, amino acids injection
Não há interações fármaco–fármaco documentadas para este fármaco.
A ingestão proteica oral deve ser considerada no total diário de aminoácidos.
Ajustar o aporte de aminoácidos parentéricos à ingestão oral de proteínas.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Aminoácidos: https://www.medicines.org.uk/emc/product/15230/smpc
A carga proteica dos aminoácidos pode agravar a uremia na insuficiência renal grave.
Ajustar o aporte de aminoácidos à função renal; considerar aminoácidos essenciais.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Aminoácidos: https://www.medicines.org.uk/emc/product/15230/smpc
O aporte proteico pode precipitar encefalopatia hepática.
Usar com precaução e monitorizar o estado neurológico.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Aminoácidos: https://www.medicines.org.uk/emc/product/15230/smpc
As soluções de aminoácidos para nutrição parentérica só devem ser usadas quando o benefício supera o risco.
Usar sob orientação especializada com monitorização metabólica.
Dados limitados; preferir nutrição entérica quando possível.
Sem contraceção adicional específica.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Aminoácidos: https://www.medicines.org.uk/emc/product/15230/smpc
Ferramenta de apoio clínico e educativo. A informação não substitui a prescrição médica nem o parecer de um profissional de saúde qualificado.
Fonte de azoto para a síntese proteica: fornece aminoácidos essenciais e não essenciais que são incorporados nas proteínas corporais. A composição da TrophAmine (com taurina e N-acetil-L-tirosina) normaliza o perfil plasmático de aminoácidos para o de um lactente amamentado, quando administrada com cisteína.
Os aminoácidos administrados por via parentérica entram no pool de aminoácidos plasmáticos e são utilizados na síntese proteica (anabolismo) ou catabolizados, fornecendo azoto para a síntese de compostos não proteicos. A cisteína (condicionalmente essencial no recém-nascido) é adicionada porque a sua síntese endógena é limitada.
Administração exclusivamente parentérica (IV); a biodisponibilidade é completa por definição da via. A infusão deve ser lenta e controlada (solução hipertónica de ~866 mOsm/L na TrophAmine 10%).
Metabolizados no fígado e noutros tecidos: transaminação, desaminação e incorporação em proteínas; o azoto é excretado sobretudo como ureia. A taurina é excretada principalmente na forma inalterada na urina.
A meia-vida não se aplica de forma clássica (mistura de aminoácidos endógenos); a cinética é a do turnover proteico, com eliminação do azoto em horas a dias conforme o estado metabólico do doente.
Medicamentos do mesmo grupo terapêutico (classificação ATC) ou da mesma classe farmacológica.